Taparam-lhe os olhos da verdade
com as sombras da indignação.
E os únicos pensamentos que restam
é que vive em um mundo de inutilidade?
Teias de aranha da idade
se embolam em seus poucos nós
porque são invisíveis e frágeis
e lhe fazem parecer só
passos se perdem na trilha de pensamentos
que são intensos e inacabados
se vir a calma em um momento,
que tal deitar em seus braços?
ainda lhe restam mil anos
para navegar entre estrelas
aceite os presentes do universo
não se deixe afundar nos enganos
de herança lhe deixo meu anjo,
que da guarda, tropeça em graças.
para que siga vida nova e diversos planos
e se esqueça da antiga vida ingrata
não se afobe minha lagarta,
seu brilho surgirá em breve (não desista!)
porque lagarta vira borboleta,
livre, bela e admirada...
(obs: dedicado à minha grande amiga e irmãzinha)
Nenhum comentário:
Postar um comentário